terça-feira, 25 de novembro de 2008

te dou a lua amanha



Vendo em velhas fotos meu rosto onde não estás,
a face em que estás como dor, esquecimento,
penso em que estarão fazendo na China agora
com tanta tristeza como a que caía em mim,
ou crescerá como outro outono humano
cheio de ouros, de doçura,
como um fogo no meio como teu nome, ou seja
crepitarás ente os lótus de Hangchaw debaixo de outubro
como quando encontrei a justiça no mundo
e era como teu rosto,
melhor dizendo: te amo

Texto: Juan Gelman
Foto: R. Villaça

7 comentários:

Ella disse...
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Ella disse...

mas a ira das coisas, essas situaçoes...
cortam.
expoe
nao passa

Anônimo disse...

não.
não me vejo mais em nada.

estou aqui.

Victoria disse...
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Victoria disse...
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Anônimo disse...
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Victoria disse...
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